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quarta-feira, setembro 19, 2007

 

AQUILINO RIBEIRO




Devia poder reproduzir aqui o importante discurso de António Valdemar, proferido hoje, há poucos momentos, durante a transladação dos restos mortais de Aquilino Ribeiro para o Panteão Nacional.
Infelizmente esse texto ainda não está disponível.
Tentarei incluí-lo posteriormente.
Aquilino (que ainda tive a honra e o prazer de conhecer e ouvir) sempre foi um homem de intervenção, directo, frontal, sem hesitações.
Voltou a sê-lo hoje, de novo, pela voz de António Valdemar, reclamando a ausência dos seus livros das recomendações de leitura nos programas escolares.
Ele que, apesar de tudo, estava recomendado, há 70 anos, durante o salazarismo, deixou de o ser agora durante o actual regime democrático.
Sócrates, presente na cerimónia, fez cara feia e foi o único a não aplaudir.
Espera-se que tenha ouvido, ao menos.


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